{"id":1577,"date":"2016-11-14T13:46:31","date_gmt":"2016-11-14T15:46:31","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.umbler.com\/?p=1577"},"modified":"2019-06-05T15:09:59","modified_gmt":"2019-06-05T18:09:59","slug":"server-side-seo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-servidores-e-hospedagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/server-side-seo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-servidores-e-hospedagem\/","title":{"rendered":"Server Side SEO"},"content":{"rendered":"<p>Em parceria com a SEMrush, fizemos, no dia 08\/11, um webinar sobre Server Side SEO. Afinal, lan\u00e7ar ou migrar seu site n\u00e3o \u00e9 apenas selecionar uma entre as v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis. Na apresenta\u00e7\u00e3o, mostramos os principais pontos que voc\u00ea precisa observar para garantir estabilidade na sua aplica\u00e7\u00e3o e uma \u00f3tima experi\u00eancia para seus usu\u00e1rios e clientes.<\/p>\n<p>Veja abaixo as nossas principais dicas:<\/p>\n<h2>Conte\u00fados<\/h2>\n<ul>\n<li><a href=\"#o-que-e-seo\">O que \u00e9 SEO?<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#a-localizacao-do-servidor-importa\">A localiza\u00e7\u00e3o (f\u00edsica) do servidor importa?<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#dominios-subdominios-diretorios\">Dom\u00ednios, Subdom\u00ednios e Diret\u00f3rios<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#migracao\">Migra\u00e7\u00e3o<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#redirecionamento-e-reescritas-de-urls\">Redirecionamentos e Reescritas de URL<\/a><\/li>\n<li><a href=\"#tipos-de-hospedagem\">Tipos de Hospedagem<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h2><a name=\"o-que-e-seo\"><\/a>O que \u00e9 SEO?<\/h2>\n<p>SEO \u00e9 o conjunto de a\u00e7\u00f5es em tr\u00eas frentes (<a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/avancos-em-ia-generativa\/\">Tecnologia<\/a>, Conte\u00fado e Reputa\u00e7\u00e3o) que visa tornar um site acess\u00edvel e index\u00e1vel pelos rob\u00f4s dos buscadores, chamados crawlers ou spiders. Vamos tratar uma pequena parte na frente de tecnologia, que al\u00e9m das caracter\u00edsticas do servidor, inclui:<\/p>\n<ul>\n<li>Linguagem de Programa\u00e7\u00e3o Utilizada;<\/li>\n<li>Compatibilidade Mobile;<\/li>\n<li>Velocidade de Renderiza\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Arquivos de rob\u00f4s (robots.txt e sitemap.xml);<\/li>\n<li>Estrutura de URLs;<\/li>\n<li>Consist\u00eancia de Navega\u00e7\u00e3o (Erros 404);<\/li>\n<\/ul>\n<h2><a name=\"a-localizacao-do-servidor-importa\"><\/a>A localiza\u00e7\u00e3o (f\u00edsica) do servidor importa?<\/h2>\n<p>Resposta curta: Sim.<\/p>\n<p>Antigamente, quando o Google estava aprendendo a ser o que \u00e9 hoje, ele considerava apenas a TLD para determinar a localiza\u00e7\u00e3o f\u00edsica de um site.<\/p>\n<p>Posteriormente, por volta de 2001 o Google passou a considerar n\u00e3o apenas o TLD, mas tamb\u00e9m o endere\u00e7o IP do servidor, tornando esta vari\u00e1vel um fator de rankeamento. Hoje em dia, com o advento dos CDNs, a localiza\u00e7\u00e3o f\u00edsica do servidor n\u00e3o afeta diretamente a posi\u00e7\u00e3o no rank das SERPs, mas pode interferir em outros aspectos, como a experi\u00eancia do usu\u00e1rio e o tempo de carregamento de uma p\u00e1gina.<\/p>\n<h3>Local SEO<\/h3>\n<p>A localiza\u00e7\u00e3o f\u00edsica do servidor tem um peso maior quando estamos otimizando um site que tenha como foco um pa\u00eds espec\u00edfico, por isso \u00e9 necess\u00e1rio alguns cuidados como:<\/p>\n<ul>\n<li>Servidor com IP dentro do range do pa\u00eds alvo;<\/li>\n<li>ccTLD (Country Code Top Level Domain) Ex: .com.br;<\/li>\n<li><strong>Extra Tip:<\/strong> Refor\u00e7e o nome do pa\u00eds alvo no seu conte\u00fado.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Velocidade de Carregamento<\/h3>\n<p>Quando o assunto \u00e9 velocidade de carregamento a sigla TTFB \u00e9 a mais falada &#8211; e temida. Ela se refere ao tempo que o servidor leva para enviar o primeiro byte de resposta a uma requisi\u00e7\u00e3o HTTP. Esta n\u00e3o deve ser, nem de longe, sua maior preocupa\u00e7\u00e3o, pois ele depende de uma s\u00e9rie de fatores que nem sempre est\u00e3o ao alcance (ou s\u00e3o responsabilidade) da infraestrutura. Por exemplo, se utilizarmos um CDN com cache, o TTFB aumenta bastante, mas o tempo total de carregamento \u00e9 menor. Entre os fatores que influenciam neste tempo est\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Externos\n<ul>\n<li>Largura da Banda<\/li>\n<li>Saltos (redirecionamentos)<\/li>\n<li>Sistema de Nome de Dom\u00ednio (DNS)<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>Internos (Infraestrutura)\n<ul>\n<li>Recursos do Servidor<\/li>\n<li>Disponibilidade do Servidor<\/li>\n<li>Limita\u00e7\u00e3o de Tr\u00e1fego<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>Internos (Aplica\u00e7\u00e3o)\n<ul>\n<li>Querys SQL ineficientes<\/li>\n<li>Fun\u00e7\u00f5es mal escritas\/executadas com loop<\/li>\n<li>Arquivos de imagem grandes demais<\/li>\n<li>Muitas requisi\u00e7\u00f5es HTTP<\/li>\n<li>Scripts S\u00edncronos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h3>CDN<\/h3>\n<p>Um CDN (Content Delivery Network ou Rede de Entrega de Conte\u00fado) \u00e9 um backbone transparente que tem a fun\u00e7\u00e3o de fornecer conte\u00fados (p\u00e1ginas HTML, imagens, v\u00eddeos, etc) para os usu\u00e1rios a partir de uma rede de servidores espalhados pelo mundo. A utiliza\u00e7\u00e3o dos CDNs tem como objetivo:<\/p>\n<ul>\n<li>Reduzir a lat\u00eancia;<\/li>\n<li>Reduzir consumo\/custo de largura de banda;<\/li>\n<li>Minimizar a utiliza\u00e7\u00e3o de recursos do servidor;<\/li>\n<li>Pode ter cache habilitado.<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Como Funciona?<\/h5>\n<p>Atrav\u00e9s de direcionamentos DNS a rede detecta a origem da requisi\u00e7\u00e3o e direciona o acesso para o servidor mais pr\u00f3ximo do usu\u00e1rio.<br \/>\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1603 size-full\" src=\"https:\/\/blog.umbler.com\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/como-funciona-um-cdn.jpg\" alt=\"como-funciona-um-cdn\" width=\"533\" height=\"109\" \/><\/p>\n<h2><a name=\"dominios-subdominios-diretorios\"><\/a>Dom\u00ednios, Subdom\u00ednios e Diret\u00f3rios<\/h2>\n<p>Um dos t\u00f3picos mais discutidos pelos profissionais de SEO \u00e9 se devemos fazer a separa\u00e7\u00e3o de conte\u00fados (seja de vers\u00f5es internacionais, seja por simples organiza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados) utilizando dom\u00ednios distintos, subdom\u00ednios ou diret\u00f3rios.<\/p>\n<h3>Anatomia de um Dom\u00ednio<\/h3>\n<p>Dom\u00ednios s\u00e3o nomes utilizados para encontrar um determinado site na internet. Foram criados para facilitar a memoriza\u00e7\u00e3o de endere\u00e7os online, que at\u00e9 sua cria\u00e7\u00e3o era apenas uma sequ\u00eancia pouco l\u00f3gica de n\u00fameros (IP).<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1605 size-full\" src=\"https:\/\/blog.umbler.com\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/anatomia-do-dominio.png\" alt=\"anatomia-do-dominio\" width=\"400\" height=\"200\" \/><\/p>\n<h5>Top Level Domain (TLD)<\/h5>\n<p>Tamb\u00e9m conhecidas como extens\u00f5es de dom\u00ednio, o que vem depois do \u2018.\u2019 no final da marca\/palavra-chave. As extens\u00f5es mais utilizadas s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>.com<\/li>\n<li>.net<\/li>\n<li>.org<\/li>\n<li>.gov (restrita)<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Country Code Top Level Domain (ccTLD)<\/h5>\n<p>Nada mais \u00e9 do que uma vers\u00e3o nacional de uma TLD. S\u00e3o utilizadas para segmentar por regi\u00e3o sites e portais. No Brasil as ccTLDs mais comuns s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>.com.br<\/li>\n<li>.net.br<\/li>\n<li>.org.br<\/li>\n<li>.br (restrita)<\/li>\n<li>.gov.br (restrita)<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Generic Top Level Domain (gTLD)<\/h5>\n<p>Novas extens\u00f5es de dom\u00ednio criadas em fun\u00e7\u00e3o da alta demanda de dom\u00ednios. O fato do dom\u00ednio ser gen\u00e9rico n\u00e3o interfere no SEO de um site, desde que sejam respeitadas as recomenda\u00e7\u00f5es apresentadas anteriormente.<\/p>\n<h3>Subdom\u00ednios<\/h3>\n<p>Subdom\u00ednios s\u00e3o segmenta\u00e7\u00f5es do seu dom\u00ednio principal. Caracterizados por um conjunto de caracteres alfanum\u00e9ricos que precedem o dom\u00ednio. Um subdom\u00ednio pode conter uma aplica\u00e7\u00e3o totalmente isolada do dom\u00ednio principal, seja fazendo uso de subdiret\u00f3rio do mesmo host, ou at\u00e9 atrav\u00e9s de um redirecionamento de DNS, que aponta o usu\u00e1rio para outro Host.<\/p>\n<h5>O problema do Subdom\u00ednio<\/h5>\n<p>Os buscadores tratam subdom\u00ednios como sites diferentes e independentes do dom\u00ednio principal, tal como o root domain (dominio.com) e o diret\u00f3rio de site padr\u00e3o (www.dominio.com). O mesmo ocorre se um determinado dom\u00ednio for acess\u00edvel a partir de dois protocolos distintos (https:\/\/ e https:\/\/). Isso significa dizer que quando um link vem de um dom\u00ednio e aponta para um subdiret\u00f3rio deste mesmo dom\u00ednio (ou vice-versa) existe um repasse direto das m\u00e9tricas entre os conte\u00fados (origem \u2192 destino) e o dom\u00ednio como um todo \u00e9 beneficiado com os links que os subdiret\u00f3rios agregam. Mas quando um link vem de um um subdom\u00ednio, a relev\u00e2ncia da correla\u00e7\u00e3o entre os conte\u00fados n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o forte, transferindo menos valor para os conte\u00fados linkados, beneficiando os subdom\u00ednios de maneira independente.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-1606 size-full\" src=\"https:\/\/blog.umbler.com\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/juice-subdominio-e-subdiretorio.png\" alt=\"juice-subdominio-e-subdiretorio\" width=\"661\" height=\"209\" \/><\/p>\n<h3>Diret\u00f3rios<\/h3>\n<p>Diret\u00f3rios, como o nome diz, s\u00e3o pastas dentro do diret\u00f3rio raiz da sua hospedagem. Esta estrutura permite melhor organiza\u00e7\u00e3o do conte\u00fado do site, al\u00e9m de proporcionar uma estrutura l\u00f3gica (para humanos) da sua URL.<\/p>\n<h5>Mas qual a melhor op\u00e7\u00e3o?<\/h5>\n<p>A defini\u00e7\u00e3o da melhor estrat\u00e9gia vai depender de diversos fatores, entre eles:<\/p>\n<ul>\n<li>Seu site vai oferecer conte\u00fado em mais de um idioma?<\/li>\n<li>Mais de uma aplica\u00e7\u00e3o no mesmo ambiente?<\/li>\n<li>Que tipo de conte\u00fado voc\u00ea vai disponibilizar?<\/li>\n<li>Como os outros players fazem? Quem \u00e9 l\u00edder? Como ele trata essa quest\u00e3o?<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 importante ter em mente que muitas vezes este \u00e9 o tipo de delibera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o precisa ser feita. Se voc\u00ea est\u00e1 desenvolvendo um blog que vai oferecer conte\u00fado apenas em portugu\u00eas e n\u00e3o tem inten\u00e7\u00e3o de utilizar o mesmo ambiente para outras aplica\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o a melhor alternativa \u00e9 registrar um ccTLD e deixar tudo na raiz.<\/p>\n<h2><a name=\"migracao\"><\/a>Migra\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Grande parte dos problemas relacionados \u00e0 migra\u00e7\u00e3o de infraestrutura acontecem por falha de planejamento. \u00c9 comum acontecer de desenvolvedores estimarem errado as especifica\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para aplica\u00e7\u00e3o. Portanto, para que a migra\u00e7\u00e3o entre hosts seja bem-sucedida \u00e9 importante tomar alguns cuidados ANTES, DURANTE e DEPOIS.<\/p>\n<h3>Antes da Migra\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<ul>\n<li>Conhe\u00e7a BEM as caracter\u00edsticas do seu novo servidor\n<ul>\n<li>Processamento<\/li>\n<li>Mem\u00f3ria<\/li>\n<li>Largura de Banda<\/li>\n<li>Sistema Operacional (Windows ou Linux)<\/li>\n<li>Banco de Dados<\/li>\n<li>Limites de Conex\u00f5es Simult\u00e2neas<\/li>\n<li>E-mail<\/li>\n<li>Vers\u00f5es: IIS, PHP, Apache, etc.<\/li>\n<li>Possui Acesso Root? Algumas configura\u00e7\u00f5es, como limite de mem\u00f3ria e redirecionamentos exigem esse n\u00edvel de permiss\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>Conhe\u00e7a BEM as depend\u00eancias da sua aplica\u00e7\u00e3o<br \/>\nEla utiliza recursos espec\u00edficos? O novo host possui suporte \u00e0 eles?<\/li>\n<li>Onde est\u00e3o (fisicamente) os servidores?<\/li>\n<li>Qual o melhor momento para realizar a migra\u00e7\u00e3o?<br \/>\nObserve os per\u00edodos no dia em que seu site ou aplica\u00e7\u00e3o tenha menos acessos. Como ser\u00e1 necess\u00e1rio realizar diversas requisi\u00e7\u00f5es (FTP, Banco de Dados, etc) \u00e9 poss\u00edvel que os usu\u00e1rios ativos sejam impactados.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Executando a Migra\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<ul>\n<li>Certifique-se de que o novo ambiente est\u00e1 corretamente configurado para a receber a sua aplica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Fa\u00e7a em etapas.\n<ul>\n<li>Inicie pelo banco de dados, normalmente o conjunto mais delicado de uma aplica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Depois migre os arquivos e diret\u00f3rios.<\/li>\n<li>Finalize a migra\u00e7\u00e3o &#8211; se for o caso &#8211; com as contas de e-mail.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li><strong>Bonus Tip:<\/strong> Utilize o <a title=\"GoodBye.Host\" href=\"https:\/\/goodbye.host\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">GoodBye.Host<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<h3>Depois da Migra\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<ul>\n<li>TESTE, TESTE e TESTE: Uma vez feita a migra\u00e7\u00e3o dos arquivos e banco(s) de dados, voc\u00ea pode criar uma regra DNS do tipo A no seu dom\u00ednio e apontar para o novo ambiente. Assim voc\u00ea consegue ter as duas aplica\u00e7\u00f5es rodando simultaneamente e poder\u00e1 executar testes de performance para identificar o ganho real em desempenho no novo ambiente.<\/li>\n<li>Crie os redirecionamentos necess\u00e1rios<\/li>\n<li>TESTE, TESTE e TESTE: Seja exaustivo em seus testes. Garantir que tudo est\u00e1 funcionando como deveria \u00e9 o m\u00ednimo que voc\u00ea pode fazer para n\u00e3o ter dor de cabe\u00e7a no final.<\/li>\n<li>Fa\u00e7a as altera\u00e7\u00f5es definitivas do seu DNS<\/li>\n<li>Depois de tudo devidamente testado \u00e9 hora de configurar seu DNS para apontar para o novo servidor.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><a name=\"redirecionamento-e-reescritas-de-urls\"><\/a>Redirecionamentos e Reescritas de URL<\/h2>\n<p>Os redirects s\u00e3o, ao mesmo tempo, os maiores aliados e piores inimigos dos profissionais de SEO. Essa dicotomia acontece porque os redirects s\u00e3o tanto uma solu\u00e7\u00f5es para problemas s\u00e9rios, como altera\u00e7\u00e3o de dom\u00ednio, mudan\u00e7a de URL, quanto uma dor de cabe\u00e7a imensa se mal executados. Para minimizar os riscos e garantir que tudo vai funcionar direitinho, \u00e9 importante ter em mente que tipo e qual o motivo dos direcionamentos.<\/p>\n<h3>Tipos de Redirects<\/h3>\n<h5>Tempor\u00e1rio (302)<\/h5>\n<p>Redirecionamentos tempor\u00e1rios s\u00e3o utilizados nos casos em que uma p\u00e1gina mudou de endere\u00e7o (URL) ou est\u00e1 inacess\u00edvel temporariamente, como landing pages sazonais (Ex: <a title=\"Podcast sobre BlackFriday\" href=\"https:\/\/soundcloud.com\/umblercast\/estrategias-de-marketing-para-black-friday\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">Black Friday<\/a>). Neste caso:<\/p>\n<ul>\n<li>A URL original da p\u00e1gina continua no \u00edndice dos buscadores;<\/li>\n<li>A URL original permanece com todas as m\u00e9tricas inalteradas, n\u00e3o transmitindo nada a URL tempor\u00e1ria.<\/li>\n<li>Pode ser revertida sem preju\u00edzos ao SEO do site.<\/li>\n<\/ul>\n<h5>Permanente (301)<\/h5>\n<p>Redirecionamentos Permanentes s\u00e3o utilizados nos casos em que uma p\u00e1gina saiu do ar ou foi movida permanentemente. Tamb\u00e9m utilizadas em casos de mudan\u00e7a de dom\u00ednio e estrutura de URL. Com isso:<\/p>\n<ul>\n<li>A URL original sai do \u00edndice dos buscadores;<\/li>\n<li>A URL nova recebe todas as m\u00e9tricas da anterior;<\/li>\n<li>A revers\u00e3o deste direcionamento pode afetar o posicionamento das landing pages envolvidas.<\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"alert alert-info\"><strong>Observa\u00e7\u00e3o 1:<\/strong> Caso a migra\u00e7\u00e3o envolva, al\u00e9m da mudan\u00e7a em infraestrutura, tamb\u00e9m dom\u00ednio, \u00e9 necess\u00e1rio fazer os direcionamentos ANTES de concluir alterar os DNSs.<\/div>\n<div class=\"alert alert-info\"><strong>Observa\u00e7\u00e3o 2:<\/strong> Alguns CMS possuem scripts que tratam estes redirecionamentos. Procure saber se seu CMS possui este recurso.<\/div>\n<h3>Reescrita de URL<\/h3>\n<p>Diferente dos redirecionamentos, a reescrita de URL n\u00e3o envia o usu\u00e1rio para outra URL, ela apenas altera a forma como o site apresenta determinada URLs. Este recurso \u00e9 utilizado para tornar URLs mais amig\u00e1veis, ocultando par\u00e2metros ou inserindo diret\u00f3rios na estrutura.<\/p>\n<h3>robots.txt &amp; .htaccess\/web.config<\/h3>\n<p>Alguns arquivos chave para a otimiza\u00e7\u00e3o de um site s\u00e3o os de configura\u00e7\u00e3o (.htaccess e web.config) e o robots.txt.<\/p>\n<h5>robots.txt<\/h5>\n<p>Este arquivo \u00e9 respons\u00e1vel por passar as orienta\u00e7\u00f5es de como os rob\u00f4s (crawlers) devem se comportar dentro do seu site. Todos os crawlers bem intencionados s\u00e3o programados para respeitar estas orienta\u00e7\u00e3o. Entre as configura\u00e7\u00f5es mais utilizadas est\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>P\u00e1ginas\/Diret\u00f3rios permitidos ou bloqueados;<\/li>\n<li>Restri\u00e7\u00e3o por tipo de crawler a um diret\u00f3rio permitido\/bloqueado<\/li>\n<li>Informar a URL do sitemap.xml<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Permitir acesso de todos os rob\u00f4s a todo o site<\/strong><\/p>\n<pre class=\"code-highlighter line-numbers theme-dark\"><code class=\"language-bash\">User-agent: *\nDisallow:\n<\/code><\/pre>\n<p><strong>Bloquear acesso de todos os rob\u00f4s a todo o site<\/strong><\/p>\n<pre class=\"code-highlighter line-numbers theme-dark\"><code class=\"language-bash\">User-agent: *\nDisallow:\/\n<\/code><\/pre>\n<p><strong>Permitir acesso apenas ao rob\u00f4 do google a todo o site<\/strong><\/p>\n<pre class=\"code-highlighter line-numbers theme-dark\"><code class=\"language-bash\">User-agent: Googlebot\nDisallow:\n<\/code><\/pre>\n<p><strong>Permitir acesso \u00e0 algum arquivo ou subdiret\u00f3rio previamente bloqueado por outra regra<\/strong><\/p>\n<pre class=\"code-highlighter line-numbers theme-dark\"><code class=\"language-bash\">User-agent: *\nDisallow: \/imagens\nAllow: \/imagens\/publico\n<\/code><\/pre>\n<h3>.htaccess \/ web.config<\/h3>\n<p>Tanto em servidores Windows quanto em servidores Linux \u00e9 poss\u00edvel editar algumas configura\u00e7\u00f5es do ambiente. Para ambientes linux utilizamos o arquivo .htaccess e para Windows o web.config. Em ambos os casos, entre outras funcionalidades, os arquivos permitem a cria\u00e7\u00e3o de regras de redirecionamento e reescrita de URL.<\/p>\n<div class=\"alert alert-warning\"><strong>Aten\u00e7\u00e3o!<\/strong> A valida\u00e7\u00e3o das regras nestes arquivos de configura\u00e7\u00e3o depende do servidor de hospedagem.<\/div>\n<ul>\n<li>No Windows, por exemplo, caso voc\u00ea tente alterar alguma regra que esteja bloqueada pelas configura\u00e7\u00f5es padr\u00e3o do servidor, o sistema apresentar\u00e1 um erro de compila\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>No Linux a regra simplesmente n\u00e3o \u00e9 aplicada, sem apresenta\u00e7\u00e3o de erros no seu site.<\/li>\n<\/ul>\n<h2><a name=\"tipos-de-hospedagem\"><\/a>Tipos de Hospedagem<\/h2>\n<h3>Compartilhada<\/h3>\n<p>Normalmente a primeira op\u00e7\u00e3o para novos sites e aplica\u00e7\u00f5es. Neste formato voc\u00ea tem acesso limitado \u00e0s configura\u00e7\u00f5es do servidor, como vers\u00e3o do apache, iis, etc. Por se tratar de um ambiente compartilhado com outros clientes, o custo do servi\u00e7o \u00e9 relativamente baixo, pois uma \u00fanica m\u00e1quina pode comportar diversos clientes\/sites, dividindo entre todos os usu\u00e1rios o custo de manuten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>VPS (Virtual Private Server)<\/h3>\n<p>O VPS \u00e9 um servidor virtual que utiliza recursos exclusivos. Em poucas palavras trata-se de um servidor f\u00edsico dividido em diversos servidores virtualizados, com recursos de mem\u00f3ria e processamento reservados para seu uso exclusivo. Seu gerenciamento \u00e9 mais complexo do que o servidor compartilhado, ficando a cargo do cliente. Alguns hosts possuem op\u00e7\u00e3o de VPS gerenciado pela empresa, o que torna a manuten\u00e7\u00e3o do servidor mais f\u00e1cil, por\u00e9m mais cara.<\/p>\n<h3>Cloud<\/h3>\n<p>Ai inv\u00e9s de ter uma m\u00e1quina fracionada em diversos ambientes com recursos limitados, como VPS, o Cloud \u00e9 um ambiente que utiliza recursos de diversos servidores, proporcionando uma redund\u00e2ncia de hardware, alta escalabilidade e recursos praticamente ilimitados.<\/p>\n<div class=\"alert alert-warning\">Para saber mais sobre diferentes tipos de hospedagem, confira nosso guia<a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/site-pro-cloud-sites-vps-e-cloud-server\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"> Hospedagem Compartilhada, VPS, Cloud Server e Cloud Sites<\/a><\/div>\n<p>Tem alguma d\u00favida sobre SEO? Deixe um coment\u00e1rio para continuarmos a conversa! \ud83d\ude42<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em parceria com a SEMrush, fizemos, no dia 08\/11, um webinar sobre Server Side SEO. Afinal, lan\u00e7ar ou migrar seu site n\u00e3o \u00e9 apenas selecionar uma entre as v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis. Na apresenta\u00e7\u00e3o, mostramos os principais pontos que voc\u00ea precisa observar para garantir estabilidade na sua aplica\u00e7\u00e3o e uma \u00f3tima experi\u00eancia para seus usu\u00e1rios e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":5494,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-1577","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dev"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1577"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1577"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1577\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5494"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1577"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1577"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1577"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}