{"id":1316,"date":"2016-10-07T11:48:45","date_gmt":"2016-10-07T14:48:45","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.umbler.com\/?p=1316"},"modified":"2018-12-05T18:30:55","modified_gmt":"2018-12-05T20:30:55","slug":"fic-2016-poa-a-revolucao-e-reflexao-do-conteudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/fic-2016-poa-a-revolucao-e-reflexao-do-conteudo\/","title":{"rendered":"FIC 2016 POA: a revolu\u00e7\u00e3o (e reflex\u00e3o) do conte\u00fado"},"content":{"rendered":"<p>Quando <strong>Mark Schaefer<\/strong> subiu ao palco principal do Centro de Conven\u00e7\u00f5es do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, foi ovacionado por cerca de 500 pessoas (e por mais algumas dezenas que assistiam sua transmiss\u00e3o), ansiosas por sua apresenta\u00e7\u00e3o. O palestrante americano, autor do excelente <a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Content-Code-Essential-Strategies-Marketing\/dp\/0692372334\">&#8220;The Content Code&#8221;<\/a> e com experi\u00eancias marcantes na Adidas, Johnson &amp; Johnson, Dell e The U.S. Air Force, arriscou at\u00e9 um &#8220;bom dia&#8221;, cumprimentou a plateia e fez jus ao seu papel de Keynote Speaker: colocou todo mundo para vibrar. Mas, logo, o sil\u00eancio tomou conta.<\/p>\n<p>Foi quando isso apareceu:<\/p>\n<figure id=\"attachment_1317\" aria-describedby=\"caption-attachment-1317\" style=\"width: 681px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/www.businessesgrow.com\/2014\/01\/06\/content-shock\/\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1317 size-full\" src=\"https:\/\/blog.umbler.com\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/content-shock-graphic.jpg\" alt=\"content-shock-graphic\" width=\"681\" height=\"515\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1317\" class=\"wp-caption-text\">Imagem: Mark Schaefer<\/figcaption><\/figure>\n<p>O <a href=\"https:\/\/fic2016.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">12\u00ba F\u00f3rum de Interatividade e Comunica\u00e7\u00e3o (FIC 2016)<\/a>, edi\u00e7\u00e3o Porto Alegre, pode n\u00e3o ter sido um apanhado de t\u00e9cnicas, receitas ou instru\u00e7\u00f5es, mas, foi, sem d\u00favida, uma avalanche de reflex\u00f5es, de contempla\u00e7\u00f5es, de \u201ctapas da cara\u201d. A palestra de abertura foi, com certeza, um dos pontos mais altos do evento. E mexeu n\u00e3o s\u00f3 com a equipe de Content Marketing da Umbler, que foi conferir de perto as tend\u00eancias para o setor em 2017, mas com todos os participantes. Quando Mark afirma que a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado crescer\u00e1 500% at\u00e9 2020, \u00e9 inevit\u00e1vel que a perplexidade invada a mente dos profissionais da \u00e1rea. Aumenta-se a cria\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o amplia-se a aten\u00e7\u00e3o, o consumo. \u00c9 o que chama de \u201cContent Shock\u201d.<\/p>\n<p>Segundo relat\u00f3rios da Nielsen, trazidos pelo palestrante, na d\u00e9cada de 1900, as pessoas costumavam consumir conte\u00fado durante 10 horas por semana, aproximadamente. Mais de um s\u00e9culo depois, esse h\u00e1bito pulou para 70 horas semanais, principalmente estimulado pelos dispositivos m\u00f3veis. No entanto, se, em 2015, cerca de 70% de todos os conte\u00fados produzidos no mundo n\u00e3o eram consumidos, o que ser\u00e1 do futuro? \u201c<em>What\u2019s next? What\u2019s next?<\/em>\u201d dizia Mark, n\u00e3o querendo se responsabilizar por apontar a bala de prata, mas querendo provocar a plateia.<\/p>\n<p>Engajamento \u00e9 a palavra-chave. Se a produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado j\u00e1 est\u00e1 sendo suprida e se esses conte\u00fados j\u00e1 est\u00e3o sendo jogados para o mundo, o futuro est\u00e1 em saber como chamar aten\u00e7\u00e3o para eles, e nada melhor do que contar com o compartilhamento para isso. Mark aponta que a quantidade de compartilhamento na web ainda n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o elevada quando se imagina, mas que a relev\u00e2ncia desse ato \u00e9 indispens\u00e1vel para o crescimento de marcas. \u201cAs pessoas compartilham conte\u00fado como ato de identidade, de generosidade, de emo\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, 85% das pessoas admitem que atentam mais \u00e0s informa\u00e7\u00f5es de marca quando estas s\u00e3o compartilhadas por outras pessoas e 70% delas ficam mais dispostas a adquirir um produto ou servi\u00e7o quando este \u00e9 compartilhado por seus amigos nas redes sociais. Mas, como esse ato torna-se t\u00e3o efetivo? Mark \u00e9 preciso: tudo nasce da confian\u00e7a. Para o palestrante, a li\u00e7\u00e3o para todas as marcas fica a cargo da constru\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a, n\u00e3o de tr\u00e1fego. \u201cVoc\u00ea pode induzir as pessoas a clicar em qualquer link, mas n\u00e3o consegue induz\u00ed-las a compartilh\u00e1-lo\u201d, destaca.<\/p>\n<p><center><\/center><\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-lang=\"en\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"pt\">&#8220;Conte\u00fado deve ser gerado para construir confian\u00e7a, n\u00e3o apenas tr\u00e1fego.&#8221; by <a href=\"https:\/\/twitter.com\/markwschaefer\">@markwschaefer<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/FIC2016?src=hash\">#FIC2016<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/JhpWZPs433\">pic.twitter.com\/JhpWZPs433<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Henrique Pufal (@hpufal) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hpufal\/status\/783660241820856321\">October 5, 2016<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><br \/>\nUm ponto bastante interessante do evento foi sua divis\u00e3o em tr\u00eas trilhas: Branded Content, Tech Marketing e Estrat\u00e9gias e Conte\u00fado Independente, o que permitiu aos participantes conte\u00fados ainda mais segmentados e tamb\u00e9m, a transi\u00e7\u00e3o entre eles (pena que n\u00e3o era poss\u00edvel estar presencialmente nos tr\u00eas lugares ao mesmo tempo). A abertura da trilha de Branded Content ficou a cargo de <strong>F\u00e1bio Coelho<\/strong>, Diretor Geral do Google Brasil, mais conhecido, segundo ele pr\u00f3prio, como &#8220;pai da <a href=\"https:\/\/www.tecmundo.com.br\/curiosidade\/88624-participante-masterchef-junior-filha-do-presidente-google-brasil.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ivana do MasterChef Junior<\/a>&#8220;. Aproveitando justamente o gancho da sua paternidade, F\u00e1bio comentou sobre os impactos da <a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/startups-de-ia\/\">tecnologia<\/a> mobile na realidade atual. Trouxe como base o <a href=\"https:\/\/theviewinside.me\/10x-thinking\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">10x thinking<\/a>, filosofia do Google, para apresentar o cen\u00e1rio da tecnologia m\u00f3vel no Brasil, que, em dois anos, passou de 10 para 100 milh\u00f5es de smartphones Android (de janeiro de 2013 para setembro de 2015).<\/p>\n<p>Como principais avan\u00e7os trazidos pelo mobile, tanto no \u00e2mbito nacional quanto global, F\u00e1bio destaca 5 pilares: <em>transpar\u00eancia<\/em>, a possibilidade de checar qualquer informa\u00e7\u00e3o a qualquer momento; <em>economia colaborativa<\/em>, o fato da posse ter perdido espa\u00e7o para o uso; <em>agentes de intermedia\u00e7\u00e3o<\/em>, a participa\u00e7\u00e3o da tecnologia na educa\u00e7\u00e3o, e <em>novas refer\u00eancias<\/em>, ou novas celebridades e \u00eddolos surgindo nesse contexto. Todos esses aspectos fazem parte de uma grande revolu\u00e7\u00e3o digital, que segundo o palestrante, precisa entrar bem ancorada na agilidade e na experi\u00eancia all-line (sim, esque\u00e7a os conceitos de on e offline). \u201cO mobile \u00e9 uma quest\u00e3o de sobreviv\u00eancia, ainda que exista uma certa in\u00e9rcia no Brasil no sentido de avan\u00e7o. \u00c9 preciso ter em mente que a tecnologia, em conjunto com a <a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/avancos-em-ia-generativa\/\">inova\u00e7\u00e3o<\/a>, trazem o empoderamento\u201d, ressalta.<\/p>\n<p><center><\/center><\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-lang=\"en\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"pt\">&#8220;As refer\u00eancias que temos hoje s\u00e3o mais fragmentadas e vem dos lados, n\u00e3o mais de cima.&#8221; F\u00e1bio Coelho da Google no <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/FIC2016?src=hash\">#FIC2016<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Todo Mundo RP (@todomundorp) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/todomundorp\/status\/783677461586386945\">October 5, 2016<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><br \/>\nIndo para a sess\u00e3o de Tech Marketing, <strong>Ricardo Heidorn<\/strong>, CEO do Seekr, apresentou o conceito de SAC 3.0, em uma palestra focada no conte\u00fado como aprimoramento da rela\u00e7\u00e3o entre marcas e p\u00fablicos. Segundo Ricardo, j\u00e1 vivemos a era em que o <a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/crm-whatsapp-vendas-atendimento\/\">atendimento<\/a> dependia apenas da empresa, em um formato linear, e tamb\u00e9m a onda da experi\u00eancia compartilhada, onde prints de atendimento criativos eram compartilhados como atitudes disruptivas. \u201cAgora, vivemos um tempo onde o cliente de uma empresa muitas vezes sabe mais do que o atendente. Vivemos uma era onde os clientes se ajudam entre si. As empresas precisam saber onde eles est\u00e3o, quais canais s\u00e3o mais utilizados por eles e monitor\u00e1-los\u201d, ressalta. Para Ricardo, qualquer relacionamento com consumidores hoje deve passar pelo que chama de jornada social: inicia-se pelo monitoramento, uma vis\u00e3o panor\u00e2mica do p\u00fablico, em seguida atendem-se, compreendendo as expectativas dos diferentes canais e, por fim, relaciona-se, sempre com qualidade na conversa. \u201cQuem produz bom conte\u00fado, por exemplo, passa a economizar com telefone, com chat, com qualquer outro tipo de canal de atendimento. O conte\u00fado pode suprir a maioria das demandas dos clientes\u201d, frisa. Uma \u00f3tima maneira para lidar com o cen\u00e1rio apresentado por Schaefer, n\u00e3o \u00e9 mesmo?<\/p>\n<p><center><\/center><\/p>\n<blockquote class=\"instagram-media\" style=\"background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 658px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);\" data-instgrm-captioned=\"\" data-instgrm-version=\"7\">\n<div style=\"padding: 8px;\">\n<div style=\"background: #F8F8F8; line-height: 0; margin-top: 40px; padding: 50.0% 0; text-align: center; width: 100%;\"><\/div>\n<p style=\"margin: 8px 0 0 0; padding: 0 4px;\"><a style=\"color: #000; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-weight: normal; line-height: 17px; text-decoration: none; word-wrap: break-word;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/BLL8X7GFEdj\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Repost do @eduardoprange S\u00f3cio e CEO da @seekrbr apresentando e contextualizando a evolu\u00e7\u00e3o da tecnologia como apoio nas rela\u00e7\u00f5es entre marcas e consumidores. #Seekr #JornadaSocial. #FIC2016<\/a><\/p>\n<p style=\"color: #c9c8cd; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px; margin-bottom: 0; margin-top: 8px; overflow: hidden; padding: 8px 0 7px; text-align: center; text-overflow: ellipsis; white-space: nowrap;\">Uma foto publicada por FIC 2016 &#8211; Abradi (@fic_abradi) em <time style=\"font-family: Arial,sans-serif; font-size: 14px; line-height: 17px;\" datetime=\"2016-10-05T15:40:47+00:00\">Out 5, 2016 \u00e0s 8:40 PDT<\/time><\/p>\n<\/div>\n<\/blockquote>\n<p><script async defer src=\"\/\/platform.instagram.com\/en_US\/embeds.js\"><\/script><br \/>\nSaindo de um cen\u00e1rio institucional, partimos para a trilha de Estrat\u00e9gias e Conte\u00fado Independente, em um painel bastante interessante sobre o papel das startups na transforma\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o.<strong> Thiago Krieck<\/strong>, CEO da Lemonade, <strong>Eduardo Prange<\/strong>, CBO da Pluggar, e <strong>Robson Del Fiol<\/strong>, CEO da ESV Digital, compartilharam suas experi\u00eancias na \u00e1rea de novos <a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/ia-e-legislacao-no-brasil\/\">neg\u00f3cios<\/a> e acenderam uma discuss\u00e3o muito importante: o comportamento do mercado brasileiro com rela\u00e7\u00e3o ao exterior. Segundo os palestrantes, ainda estamos presos \u00e0 uma cultura de tomar decis\u00f5es olhando para tr\u00e1s, vendo resultados e corrigindo posteriormente, mesmo que o data driven marketing j\u00e1 esteja despontando no mercado. A principal quest\u00e3o para eles \u00e9 a falta de intelig\u00eancia sobre a coleta de dados. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio que a criatividade para a produ\u00e7\u00e3o seja oriunda dos n\u00fameros, o big data, junto ao data science, est\u00e1 a\u00ed para nos ajudar\u201d, afirma Robson. Para Eduardo, ainda h\u00e1 muito para se avan\u00e7ar no mercado brasileiro, principalmente com a atitude de trazer a gest\u00e3o de marketing e de conte\u00fado para dentro das empresas. \u201cMuita informa\u00e7\u00e3o \u00e9 coletada, mas pouca a\u00e7\u00e3o \u00e9 tomada em cima disso. \u00c9 preciso menos storytelling e mais storydoing\u201d, aponta.<\/p>\n<p><center><\/center><\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-lang=\"en\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"pt\">N\u00e3o falta budget, n\u00e3o falta tecnologia, n\u00e3o falta coleta de dados. Falta intelig\u00eancia sobre eles. <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/FIC2016?src=hash\">#FIC2016<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/startups?src=hash\">#startups<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/TheContentRevolution?src=hash\">#TheContentRevolution<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/vqYBYm79DQ\">pic.twitter.com\/vqYBYm79DQ<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Juliana Spitaliere (@spitalierej) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/spitalierej\/status\/783707390202023936\">October 5, 2016<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><br \/>\nSeguindo alguns trends da \u00e1rea do conte\u00fado, o FIC 2016 focou na diversidade, trazendo representantes de marcas bastante impactantes no mercado da produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado como Buzzfeed e Spotify, al\u00e9m de influenciadores como Piangers, Alice Salazar, Canal 1Quarto e Canal Nem Eu Sabia. Mas, se a ideia era justamente enfatizar novos formatos, ningu\u00e9m melhor do que <strong>Daniel Conti<\/strong>, general manager do grupo Vice, para trazer essa excelente refer\u00eancia em conte\u00fado a n\u00edvel mundial. Brincando com o nome da trilha em que palestrava, Daniel afirma que o termo \u201cbranded content\u201d j\u00e1 est\u00e1 mais do que ultrapassado, tendendo ao vulgar. \u201cO foco agora \u00e9 brand publishing\u201d, comenta. Realmente, a Vice sabe bem como fazer isso. Com mais de 36 reda\u00e7\u00f5es espalhadas em mais de 25 pa\u00edses, o grupo conta com uma rede de canais digitais, uma produtora de v\u00eddeo, um selo musical e uma ag\u00eancia de servi\u00e7os criativos, todos menos preocupados com territorializa\u00e7\u00e3o e mais com colabora\u00e7\u00e3o. &#8220;At\u00e9 porque os jovens s\u00e3o iguais, em todo o mundo&#8221;, confirma Daniel. Se antes a onda estava nas sacadas criativas para produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, hoje percebe-se a import\u00e2ncia do publishing nesse contexto, de entender o prop\u00f3sito, de se apropriar do que outros criam e de imergir no conte\u00fado. Daniel aponta que o papel do publisher \u00e9 centrar seu conte\u00fado na cultura, que centraliza o aprofundamento e os interesses e aproxima marca e p\u00fablico.<\/p>\n<p><center><\/center><\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-lang=\"en\">\n<p dir=\"ltr\" lang=\"pt\">Caminho de conte\u00fado para as marcas &gt; com pertencimento e prop\u00f3sito &gt; o desafio! Daniel Conti, <a href=\"https:\/\/twitter.com\/VICE\">@vice<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/FIC2016?src=hash\">#FIC2016<\/a> <a href=\"https:\/\/twitter.com\/hashtag\/AbradiRS?src=hash\">#AbradiRS<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/8GuCHlBLcU\">pic.twitter.com\/8GuCHlBLcU<\/a><\/p>\n<p>\u2014 Gabi (@GabiFruhauf) <a href=\"https:\/\/twitter.com\/GabiFruhauf\/status\/783774502098468864\">October 5, 2016<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><br \/>\nComo se n\u00e3o bastassem as oito horas ininterruptas de pura informa\u00e7\u00e3o, o FIC2016 ainda conseguiu provocar mais interroga\u00e7\u00f5es em seu fechamento: apresentou o autor do livro que inspirou o evento, <a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/Content-Revolution-Telling-Differentiate-Competition\/dp\/1907794875\">\u201cThe Content Revolution\u201d<\/a>. O empolgad\u00edssimo <strong>Mark Masters<\/strong>, divertiu o p\u00fablico, convidando todos para uma road trip pelo universo do conte\u00fado, sem aliena\u00e7\u00f5es e com muito p\u00e9 no ch\u00e3o. Em uma introdu\u00e7\u00e3o bastante interessante, apresentou os principais formatos de conte\u00fado em uma analogia \u00e0 um reino da idade m\u00e9dia, explicando a complexidade e import\u00e2ncia de cada um (\u00e9 poss\u00edvel ter uma boa ideia apenas observando a imagem!).<br \/>\n<a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/MarkMasters_FIC2016.png\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-1318\" src=\"https:\/\/blog.umbler.com\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/MarkMasters_FIC2016-1024x578.png\" alt=\"markmasters_fic2016\" width=\"780\" height=\"440\" \/><\/a><br \/>\nSeguindo viagem, Mark apresentou os passos para uma jornada de sucesso no <a href=\"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/o-que-e-marketing-criativo\/\">Marketing de Conte\u00fado<\/a>, como a import\u00e2ncia de come\u00e7ar sempre com o final esperado em mente, da cria\u00e7\u00e3o de uma rede e um framework de distribui\u00e7\u00e3o e da const\u00e2ncia como valor essencial, e n\u00e3o a velocidade. Mark destacou a grande responsabilidade dos meios de comunica\u00e7\u00e3o e das marcas, principalmente no Brasil, quinto colocado no ranking de pa\u00edses que mais confiam na m\u00eddia e nas empresas (e que, cada vez confiam menos no governo). Em um exerc\u00edcio de reflex\u00e3o, Mark prop\u00f4s as seguintes quest\u00f5es: o que sua empresa\/marca representa? Onde ela est\u00e1? O que sua audi\u00eancia recebe? Que tipo de valor entrega? Qual palavra melhor te representa (sem pensar em adjetivos)? Como resposta principal, afirma: \u201cVoc\u00eas devem entregar significado, acima de tudo\u201d. Para isso, Mark aponta quatro \u00e1reas de avalia\u00e7\u00e3o (social, m\u00e9tricas, perfil e autoconhecimento) e cinco \u00e1reas de trabalho (imers\u00e3o, desenvolvimento, progress\u00e3o, extens\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria), que s\u00e3o fundamentais n\u00e3o s\u00f3 na produ\u00e7\u00e3o de conte\u00fados, mas, principalmente, no seu potencial de compartilhamento e colabora\u00e7\u00e3o \u2013 Masters e seu xar\u00e1, Schaefer, estiveram muito alinhados.<\/p>\n<p>Entre as tantas provoca\u00e7\u00f5es desse FIC2016 fica a certeza de que tudo feito com prop\u00f3sito, confian\u00e7a e, claro, paix\u00e3o, conquista lugar certeiro em redes sociais cada vez mais transbordadas, caixas de emails cada vez mais lotadas, oceanos cada vez mais fundos de conte\u00fado. Talvez a frase do slide final da palestra de Masters, do autor ingl\u00eas D.H.Lawrence, consiga resumir muito bem essa sensa\u00e7\u00e3o: <em>\u201cCool, unlying life will rush in, and passion will make our bodies taut with power\u201d<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando Mark Schaefer subiu ao palco principal do Centro de Conven\u00e7\u00f5es do Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, foi ovacionado por cerca de 500 pessoas (e por mais algumas dezenas que assistiam sua transmiss\u00e3o), ansiosas por sua apresenta\u00e7\u00e3o. O palestrante americano, autor do excelente &#8220;The Content Code&#8221; e com experi\u00eancias marcantes na Adidas, Johnson &amp; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":38,"featured_media":5528,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[187,188,189,190],"class_list":["post-1316","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comunidade","tag-brand-content","tag-content","tag-content-marketing","tag-content-revolution"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1316"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/38"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1316"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1316\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5528"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.umbler.com\/br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}